terça-feira, 26 de maio de 2015

Texto para ser linkado na aba do Mensário do SPIN

Acho que ficou bom o plano da obra o plano da obra..,,,,isso que gostaria de ter tido em mãos lá no comecinho da vida do SPIN e não somente agora, o que teria levado à preservação e melhor aproveitamento do conteúdo.,,mas tudo bem.,,agora é deixar o "se" prá lá e mandar brasa daqui pra frente..,,..
Ah, amanhã é o último dia do mês
Não foi fácil mas consegui, agora é estar atento à destruição da obra por minhas próprias mãos ou de outrem, o que é natural no final da criação

terça-feira, 7 de abril de 2009

Edson Barrus

Agora me lembro, convivi com esse pessoal e foi bom agradável, esqueci o nome..,,rés do chão..,,acúcar invertido..,nos reunimos num apto na Rua Lavradio centro velho e agradavel do RJ,,,,estavam la pessoas cujos nomes não fiquei sabendo pq eram muitos: Vandir Gouvea, Ricardo Basbaum, Alex Hamburger viuvo da Márcia X,,,Cecilia Cotrim,,,Grupo Empreza..,o companheiro de Edson Baruus, o Yan acho q não é esta a grafia correta...







to see the Nós Contemporâneos edition=








"recherche" Barrus Màimpressào Editoria



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edson barrus
http://www.youtube.com/user/edsonbarrus
http://web.mac.com/edsonbarros/projet_chien_mul%C3%A2tre_accueil/C%C3%A3o_Mulato_2.0.html

domingo, 29 de março de 2009

Paulo Veiga Jordão - clique aqui

Nesta noite sonhei com meu ex-professor de artes Paulo Veiga Jordão, a quem admiro e sou grato
No sonho ele estava usando uma camisa de cor clara e uma calça de cor azul bem forte
Para reconstituir o sonho pesquisei na web e achei isto
http://somdoroque.blogspot.com/2008/10/exploso-do-artivismo-arte-e-poltica.html
Isto também

terça-feira, 24 de março de 2009

Antônio Pinheiro

O Primo de uma amiga esteve visitando o salão pequenos formatos e mando um relato com umas fotos que repasso agora.

Caro Antonio, Querida Prima

Só hoje pude passar na UNAMA para ver o Salão.

Antonio, sua obra é muito comentada, palavras das recepcionistas, pois as pessoas olham as imagens que parecem com aquelas fotos que antigamente tirava-se na Escola - o famoso Retrato - e com o puxador, a turma vai á verificar o que tem por trás. Ai o choque é imediato. Elas disseram que a sua e a do lado que é um trabalho em “desenho e som” com imagens de travestis nus pintados em padrão de borboletas e ao fundo a voz de um deles falando do porque que a vida dele o conduziu para o que hoje ele e o irmão são.

Mas envio Tb outras que eu pude fotografar e apenas permitiram, pois eu levei seu e-mail, pedindo para fotografar. A última é o texto de abertura do salão em que o Reitor Prof. Edson Franco demonstra a importância do Salão UNAMA



sábado, 21 de março de 2009

Robert Mapplethorpe (Link)

Antônio Pinheiro

















SOL EM ÁRIES - INÍCIO DO ANO REGIDO PELO SOL.
20/03

Hoje começa o ano de fato! Astrologicamente o SOL começa a nos iluminar.
Como a Grande Luz que ele é ilumina a todos a tudo indistintamente. Assim, será muito bom fazer uma boa limpeza interior porque aonde chega a Luz tudo fica em evidencia. Mas isto é muito bom porque também podemos ver melhor nossa sombra.
'Sombra' é o pontinho de escuridão no meio de tanta Luz! Conhecer nossa sombra e saber como funcionamos. Dar um mergulho no inconsciente e aprender como reagimos e por que. O corpo nada mais é do que o reflexo no mundo material desta sombra.
Geralmente é necessária a ajuda de alguém especializado para este processo porque é muito difícil ver a própria sombra.
Já experimentou vê-la? No mínimo precisa virar a cabeça, não é? Mas, como virar a cabeça sozinhos sem correr o risco de errar? A mente precisa ser limpa e varrida. Uma parte do processo pode e deve ser feita por nós mesmos, sozinhos, e consiste em nos purificar: retirar todas as energias negativas: mágoas, invejas, orgulho, soberba.

Temos que tomar posse da nossa mente assim como somos os donos da nossa casa, até para quem aluga, é dono nesse período. E do mesmo modo que escolhemos os produtos de limpeza e as pessoas que trabalham nela, temos que escolher o melhor caminho interior: meditação, concentração, silêncio, e os profissionais que nos guiarão neste caminho.
Manter a casa em ordem e a mente também é fundamental para quem quer evoluir e preparar-se para passar melhor pelo túnel do tempo e começar a regressar cada vez menos a este lugar de aprendizagem pela dor. Guardar coisas que não servem mais, acumular objetos, não limpar rincões, em fim tudo o que signifique sujeira se refletirá na vida como fracassos e doenças.
Sejamos organizados sempre e a vida nos responderá com sucesso. A mente registra tudo o que nela colocamos, portanto vamos por somente coisas boas, limpas, claras, alegres, positivas. Não feche as cortinas ao Sol, pelo contrário, permita que Ele ilumine por completo e tenha um FELIZ ANO NOVO!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Antônio Pinheiro

Ampliar

Ola,
Estou participando do 15 Salão UNAMA de Pequenos Formatos, que inaugura amanha na Universidade da Amazônia, em Belém.
abs.
Antonio Pinheiro

terça-feira, 10 de março de 2009

Fotos, cinema de rua de 7/3 - filme: Por que eu?

---------- Forwarded message ----------
From: <darcelandrade@yahoo.com.br>
Date: 2009/3/8
Subject: Re: [culturasparaenses] Re: [politicacultural] Fotos, cinema de rua de 7/3 - filme: Por que eu?
To: culturasparaenses@grupos.com.br



Prezados Athur, Crow, Weyl, Carlos e Cia...

Ecoam os sons da rua, dos carros, misturados ao som dos filmes que projetamos ontem no corredor polonês e as luzes dos faróis cruzadas ao do projetor. Imaginem a cena numa visão global holográfica e cristalizando uma forma tridimensional como uma instalação de linguagens raras na formação de uma outra linguagem, poética.

Sentado à calçada, no batente das lojas, não somente assisti aos filmes propostos em uma programação, que só serviu de pretexto para reunir outra coisa maior, os sentidos e o valor do homem na concepção de um trabalho diferenciado de promover a poyesis entre sonho e realidade, vontade e atitude, encontro e resistência [aos modelos estabelecidos].

Weyl destacou o Apolíneo na sua filosofia fora do mundo das idéias, o que habita no mundo dos aedos, e o trouxe para a nossa companhia, o Belo em Si, para o nosso mundo nesse encontro profano da realidade presente e palpável sem perder a beleza. Como ele mesmo diz: "ao trazer o filme para ser projetado, no meio da rua, a obra se transfigura".

A transfiguração, no sentido amplo da palavra, é transformação, é adquirir outras formas, inesperadas até, inusitadas, diferenciadas, compartilhadas, socializadas, degustadas pelos transeuntes que paravam para ver e ouvir imagem e vozes projetadas em um imenso lençol do outro lado da rua. Parecia proposital [palavra reducionista], mas não, o natural se adapta ao real, à ficção, e tudo de configura, ou melhor, se transfigura em uma composição tridimensional e surrealista: imagem projetada, vozes dos personagens, carros que passam e pessoas que se movimentam frente à tela, como figurantes, objetos de cena, e que fazem parte do cenário do próprio filme que está sendo exibido. E para completar, um público seleto de poucas pessoas que souberam e desejaram entender essa nova maneira de expressão.

Onde estão os críticos? Onde se encontram os apaixonados pelo cinema? Estão trancados nas salas de exibição? Onde está a mídia que gosta de mostrar bumbum das celebridades instantâneas? Deixo claro que meu entendimento sobre o que se expõe nesse contexto, está voltado exclusivamente a uma nova forma de expressão do cinema e sua inserção nos espaços alternativos.

Os sujeitos entrevistados após a projeção, sentados despretensiosamente no bar ao lado, revelam a importância desse projeto. São trabalhadores anônimos, homens e mulheres, moradores do bairro que movimentam a feira de cultura aos domingos na Praça da República, esses desconhecidos do grande público. Carlos, com seu gravador de ouro, soube garimpar um brilho de lucidez nas vozes desses intérpretes, daí a certeza de que a mensagem levada pelo filme Por que Eu?, sobre a transmissão vertical, foi compreendida. Esse é o papel do cinema de rua, que eu incorporo agora, no contexto de minha ótica, ao cinema papa-chibé.

Obrigado, mais uma vez. Voltei pra casa feliz, por que sei, que de alguma forma, o filme fez a diferença para essas poucas pessoas, a nossa razão de ser!

Um grande abraço,

Darcel Andrade
--- Em dom, 8/3/09, Arthur <etetuba@gmail.com> escreveu:


De: Arthur <etetuba@gmail.com>
Assunto: [culturasparaenses] Re: [politicacultural] Fotos, cinema de rua de 7/3 - filme: Por que eu?
Para: culturasparaenses@grupos.com.br
Data: Domingo, 8 de Março de 2009, 10:57

Carlos, manda as entrevistas que gravaste por email, em mp3. Grato.




2009/3/8 etetuba <etetuba@gmail.com>

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Solicitação de Excomunhão

Por Alexandre Pereira, 7/3/2009

À: Vossa Eminência Reverendíssima DOM JOSÉ CARDOSO SOBRINHO.
arcebispo@arquidioceseolindarecife.org.br
aor@hotlink.com.br
De: Alexandre Adalberto Pereira
Assunto: Solicitação de Excomunhão
Por Alexandre Pereira

V. Em.ª Revm.ª Dom José Cardoso Sobrinho,
Fui batizado quando era recém nascido e atualmente sou apostata, portanto, venho mui respeitosamente solicitar minha excomunhão.
Como um apostata não coaduno mais com a Igreja Católica e suas opiniões. Sendo assim, em nome dos Direitos Humanos e da Constituição Brasileira que me garante Liberdade Religiosa quero que seja garantindo à mim o direito de ser excomungado.
Quero deixar claro que para mim não basta uma declaração verbal como foi feita por V. Em.ª Revm.ª na televisão, eu quero um documento oficial de papel passado, com o selo da igreja, assinatura e tudo dizendo que estou excomungado.
Esclareço que não vejo a excomunhão como um pecado, maldição, coisa ruim, condenação. Para mim é uma questão de direito uma vez que não participo da igreja católica, não comungo dela mais. Quero apenas ter o direito de ter um documento de excomunhão pois para mim isto já é um fato.
Quero que meu direito de liberdade religiosa seja respeitado.
No aguardo, N.T.P.D.
Muito Obrigado!
Alexandre Adalberto Pereira

Visite a Galeria do Vandir Gouvea (Clique Aqui)

domingo, 8 de março de 2009

Exposição Individual de Fábio Tremonte - Convite + Texto




“A ordem é ao mesmo tempo aquilo que se oferece nas coisas como sua leitura interior, a rede secreta segundo a qual elas se olham de algum modo umas às outras e aquilo que só existe através do crivo de um olhar, de uma atenção, de uma linguagem.”
FOUCAULT


Como um viajante - ou expedicionário - a coletar fragmentos de sua jornada você, Fábio Tremonte, apresenta-nos um ajuntamento de desenhos, colagens, fotografias, pinturas; uns pedacinhos de papel rasgado, amassados e dobrados, duas alças de uma sacola de papel e um par de pequenos e indecifráveis objetos azuis. Compõem também sua mesa, ou melhor, a sua “tábua de trabalho”, cadernos fechados ao nosso olhar (um chamado céu e o outro mar), um bloco de anotações com folhinhas de alguma espécie vegetal desenhadas. Na parede, um retalho de tecido combinado com uma fotografia de mar leva o nome de Marie. O tecido com suas listras azuis e horizontais dá continuidade à imensidão do mar. Parece que tudo faz parte de uma grande paisagem, dispersa e resumida.
F., essas coisas todas postas sobre sua mesa ou postas na parede são como aquele quadro que permite ao pensamento operar com os seres de uma ordenação, uma repartição em classes, um agrupamento nominal , são como aquela tábua de que nos fala Foucault. De certa forma você despedaça a paisagem com seu olhar de zoom, a atenção pelo ínfimo. Lembro-me que há duas pedras cinzentas bem pequeninas e seu nome é troféu, um troféu que numa visada rápida talvez perdesse de vista, ou o perdesse de vista ao concentrar-me nos vazios da mesa que desenham um gride. Ah! A geometria...E também a síntese. Sua paisagem é construída sobre tudo por verticais e horizontes como os quadros de Mondrian. O desejo de síntese de certa forma liga-se a uma vontade de universalização – e à utopia, é claro – opõem-se ao fragmentar, ao particular (das partículas).
Você recompõe um mundo possível a partir dos cacos que dispõe sobre aquela mesa niquelada, encerada, envolta em brancura, faiscante sob o sol de vidro que devora as sombras.
Mas ainda há sombras, há sim. O livro das nuvens que oferece uma espécie de resumo de tudo isso. Nele o desenho rompe a geometria, mas está fatalmente enquadrado por ela, no papel. É um oximoro como o seu trabalho é, como o mundo e as pessoas acabam sendo.
Sua relação, por vezes subterrânea com a nossa profícua tradição geométrica, essa vontade construtiva. Sobre sua mesa, essa geometria leve de papel é vulnerável: não resiste ao passar distraído da moça que faz vento. Mas ainda podemos ver rastros da paisagem recolhida afetuosamente, por gostar e nada mais.

Lais Myrrha
Março de 2009

Féministes Partout! Paris

Por Edson Barrus

http://www.youtube.com/watch?v=HMa_fh0WtNE

http://www.youtube.com/watch?v=HN99HbzOVpU

http://www.youtube.com/watch?v=-LUiVukkgbQ

http://www.youtube.com/watch?v=zCEox9XsMxE

http://www.youtube.com/watch?v=nwrbn8JEdWc

http://www.youtube.com/watch?v=__u39-UlWvk

Parte II

http://www.youtube.com/watch?v=pA7oQr0LoXA

http://www.youtube.com/watch?v=_yvm_Fv1isw

http://www.youtube.com/watch?v=jr6okVik6Iw

http://www.youtube.com/watch?v=TplCAWRh8S4

http://www.youtube.com/watch?v=1k8mBSIkqQk

--
edson barrus
http://www.youtube.com/user/edsonbarrus
http://web.mac.com/edsonbarros/projet_chien_mul%C3%A2tre_accueil/C%C3%A3o_Mulato_2.0.html