Momento 2 da criação: a forma: coisas para serem vistas tateadas ouvidas sentidas: arte, desenho, pintura, performance, música,, objetos...o presente como oferenda, tempo, metáfora: arte
Volte ao Spin Mensário
Dia 01 Dia 02 Dia 03 Dia 04 Dia 05 Dia 06 Dia 07 Dia 08 Dia 09 Dia 10Dia 11 Dia 12
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 Dia 35 Dia 36
Dia 37 Dia 38 Dia 39 Dia 40 Dia 41 Dia 42 Dia 43 Dia 44 Dia 45 Dia 46 Dia 47 Dia 48
Dia 49 Dia 50 Dia 51 Dia 52 Dia 53 Dia 54 Dia 55 Dia 56 Dia 57 Dia 58 Dia 59Dia 60
Dia 61 Dia 62 Dia 63 Dia 64 Dia 65 Dia 66 Dia 67 Dia 68 Dia 69 Dia 70 Dia 71 Dia 72
Dia 73 Dia 74
Dia 13 Dia 14 Dia 15 Dia 16 Dia 17 Dia 18 Dia 19 Dia 20 Dia 21Dia 22 Dia 23 Dia 24
Dia 25 Dia 26 Dia 27 Dia 28 Dia 29 Dia 30 Dia 31 Dia 32 Dia 33 Dia 34 Dia 35 Dia 36
Dia 37 Dia 38 Dia 39 Dia 40 Dia 41 Dia 42 Dia 43 Dia 44 Dia 45 Dia 46 Dia 47 Dia 48
Dia 49 Dia 50 Dia 51 Dia 52 Dia 53 Dia 54 Dia 55 Dia 56 Dia 57 Dia 58 Dia 59Dia 60
Dia 61 Dia 62 Dia 63 Dia 64 Dia 65 Dia 66 Dia 67 Dia 68 Dia 69 Dia 70 Dia 71 Dia 72
Dia 73 Dia 74
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Spin Ladrão - Grupo usou entrega de flores para roubar obras de Portinari e Tarsila
Clique nas imagens para ampliar


LUIS KAWAGUTI
TALITA BEDINELLI
da Folha de S.Paulo
Com um vaso de flores para simular a entrega de um presente no Dia das Mães, cerca de 15 homens invadiram uma casa na rua Estados Unidos, nos Jardins (zona oeste de SP), neste domingo (10), e roubaram um quadro de Tarsila do Amaral, dois de Candido Portinari e um de Orlando Teruz. Para retirar as obras da moldura, os ladrões usaram uma espécie de faca --o que pode ter danificado as obras.
As telas levadas foram "Figura em Azul" (1923), de Tarsila, "Cangaceiro" (1956) e "Retrato de Maria" (1934), de Portinari, e "Crucificação de Jesus", de Teruz. Juntas, elas têm valor estimado em R$ 3 milhões.
Para a polícia, os alvos não eram as obras, mas um cofre. Como não havia nada dentro dele, o bando fez uma varredura na casa, onde estavam a proprietária Ilde Maksoud, 85, ex-mulher do empresário Henry Maksoud, e quatro funcionários --entre eles um vigia. A nora de Ilde, que chegou à casa durante o assalto, também foi rendida. Ninguém foi ferido.
Só depois de revistarem a casa atrás de dinheiro e joias, os ladrões pegaram as obras. Bijuterias e R$ 120 dos funcionários também foram levados. Ilde Maksoud é conhecida por sua coleção. Para a polícia, no entanto, os ladrões decidiram invadir a casa não por conta das obras, mas por considerar o imóvel pouco seguro -só havia um vigia desarmado.
O delegado Celso Damasceno, do 78º DP (Jardins), disse considerar os assaltantes "amadores". Jones Bergamin, diretor-presidente da Bolsa de Arte do Rio, concorda: os ladrões danificaram as telas.
Além dos cortes feitos para retirá-las das molduras, quando as obras foram enroladas, parte da tinta deve ter saído. "A tinta está seca há muito tempo, já está bastante dura. Quando as telas são enroladas, a tinta despenca", afirma Bergamin.
João Candido Portinari, filho do pintor, estima que 95% das 4.991 obras de seu pai catalogadas pelo Projeto Portinari estejam nas mãos de colecionadores particulares e que roubos como esses são comuns. Ele diz que as duas obras são de períodos significativos do pintor.
Os ladrões também danificaram uma escultura de Victor Brecheret (1894-1955). "Não sabemos por que os criminosos arrancaram a base da escultura. Ela foi encontrada jogada na casa", afirmou o delegado.
Presente
Os criminosos chegaram à residência por volta das 9h20 de ontem. Um ladrão com um vaso de flores disse que levava um presente de Dia das Mães e foi autorizado a entrar. Ele, então, rendeu o vigilante e abriu a porta para os outros ladrões.
"Havia alguns vestidos com uniformes da Polícia Federal. Eles falaram que estavam dando uma batida policial. Me fizeram subir até o quarto da patroa e acordá-la", disse a camareira Maria Aparecida Nicoleti. Antes de fugir por volta das 10h15, o bando fez sanduíches e bebeu refrigerantes na cozinha -várias impressões digitais foram encontradas.
Para a polícia, os ladrões tiveram informações privilegiadas de pessoas ligadas à casa. "Eles falaram que não tinha nada de valor na casa e "iam pegar o cara" que deu a dica para eles", afirmou a camareira.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u563565.shtml


LUIS KAWAGUTI
TALITA BEDINELLI
da Folha de S.Paulo
Com um vaso de flores para simular a entrega de um presente no Dia das Mães, cerca de 15 homens invadiram uma casa na rua Estados Unidos, nos Jardins (zona oeste de SP), neste domingo (10), e roubaram um quadro de Tarsila do Amaral, dois de Candido Portinari e um de Orlando Teruz. Para retirar as obras da moldura, os ladrões usaram uma espécie de faca --o que pode ter danificado as obras.
As telas levadas foram "Figura em Azul" (1923), de Tarsila, "Cangaceiro" (1956) e "Retrato de Maria" (1934), de Portinari, e "Crucificação de Jesus", de Teruz. Juntas, elas têm valor estimado em R$ 3 milhões.
Para a polícia, os alvos não eram as obras, mas um cofre. Como não havia nada dentro dele, o bando fez uma varredura na casa, onde estavam a proprietária Ilde Maksoud, 85, ex-mulher do empresário Henry Maksoud, e quatro funcionários --entre eles um vigia. A nora de Ilde, que chegou à casa durante o assalto, também foi rendida. Ninguém foi ferido.
Só depois de revistarem a casa atrás de dinheiro e joias, os ladrões pegaram as obras. Bijuterias e R$ 120 dos funcionários também foram levados. Ilde Maksoud é conhecida por sua coleção. Para a polícia, no entanto, os ladrões decidiram invadir a casa não por conta das obras, mas por considerar o imóvel pouco seguro -só havia um vigia desarmado.
O delegado Celso Damasceno, do 78º DP (Jardins), disse considerar os assaltantes "amadores". Jones Bergamin, diretor-presidente da Bolsa de Arte do Rio, concorda: os ladrões danificaram as telas.
Além dos cortes feitos para retirá-las das molduras, quando as obras foram enroladas, parte da tinta deve ter saído. "A tinta está seca há muito tempo, já está bastante dura. Quando as telas são enroladas, a tinta despenca", afirma Bergamin.
João Candido Portinari, filho do pintor, estima que 95% das 4.991 obras de seu pai catalogadas pelo Projeto Portinari estejam nas mãos de colecionadores particulares e que roubos como esses são comuns. Ele diz que as duas obras são de períodos significativos do pintor.
Os ladrões também danificaram uma escultura de Victor Brecheret (1894-1955). "Não sabemos por que os criminosos arrancaram a base da escultura. Ela foi encontrada jogada na casa", afirmou o delegado.
Presente
Os criminosos chegaram à residência por volta das 9h20 de ontem. Um ladrão com um vaso de flores disse que levava um presente de Dia das Mães e foi autorizado a entrar. Ele, então, rendeu o vigilante e abriu a porta para os outros ladrões.
"Havia alguns vestidos com uniformes da Polícia Federal. Eles falaram que estavam dando uma batida policial. Me fizeram subir até o quarto da patroa e acordá-la", disse a camareira Maria Aparecida Nicoleti. Antes de fugir por volta das 10h15, o bando fez sanduíches e bebeu refrigerantes na cozinha -várias impressões digitais foram encontradas.
Para a polícia, os ladrões tiveram informações privilegiadas de pessoas ligadas à casa. "Eles falaram que não tinha nada de valor na casa e "iam pegar o cara" que deu a dica para eles", afirmou a camareira.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u563565.shtml
sexta-feira, 8 de maio de 2009
A Virada Russa no CCBB
Não perca uma exposição imperdível que está ocorrendo em Brasília e que passará por SP e RJ.
Trata-se de artistas russos do começo do século do passado atravessando a revolução de 1917 e desaguando no realismo socialista de Stalin.
A impressão que se tem ao visitar esta exposição é a de que é impossível se entender a História da Arte sem vermos de perto o que o Centro Cultural Banco do Brasil está expondo neste momento.
Dá pra sentir o clima dos artistas na época dos czares, o único quadro figurativo de Kandinky.
Imperdíveis artistas que, ao contrário de Maielévitch, Marc Chagal que muitos pensam ser francês mas é russo, são totalmente desconhecidos no mundo ocidental.
Lá você se verá diante de uma incrível síntese da arte mundial: cubismo, futurismo, dadaismo, surrealismo, abstracionismo, impressionismo...
Não perca, estou avisando, vale a pena mesmo mesmo e mesmo.
Fique de olho, aqui as datas:
Brasília: 7 de Abril a 7 de junho 2009
RJ: 23 de junho a 23 de agosto 2009
SP: 25 de setembro a 15 de novembro 2009
http://www.canalcontemporaneo.art.br/brasa/archives/002139.html
Trata-se de artistas russos do começo do século do passado atravessando a revolução de 1917 e desaguando no realismo socialista de Stalin.
A impressão que se tem ao visitar esta exposição é a de que é impossível se entender a História da Arte sem vermos de perto o que o Centro Cultural Banco do Brasil está expondo neste momento.
Dá pra sentir o clima dos artistas na época dos czares, o único quadro figurativo de Kandinky.
Imperdíveis artistas que, ao contrário de Maielévitch, Marc Chagal que muitos pensam ser francês mas é russo, são totalmente desconhecidos no mundo ocidental.
Lá você se verá diante de uma incrível síntese da arte mundial: cubismo, futurismo, dadaismo, surrealismo, abstracionismo, impressionismo...
Não perca, estou avisando, vale a pena mesmo mesmo e mesmo.
Fique de olho, aqui as datas:
Brasília: 7 de Abril a 7 de junho 2009
RJ: 23 de junho a 23 de agosto 2009
SP: 25 de setembro a 15 de novembro 2009
http://www.canalcontemporaneo.art.br/brasa/archives/002139.html
Assinar:
Postagens (Atom)