sábado, 21 de fevereiro de 2009

Bloco da Lama

Em Paraty, cidade localizada ao sul do estado do Rio de Janeiro, com arquitetura histórica do século XVIII, um bloco formado por seres, quase pré-históricos, sai pelas ruas de pedras e abre o carnaval, garantindo quatro dias de folia e muita alegria. O Bloco da Lama surgiu em 1986, quando dois amigos, alguns dias antes do carnaval, estavam capturando artesanalmente caranguejo no mangue do Jabaquara, a 2 km do Centro.

No mangue existe uma grande quantidade de insetos, entre eles mosquitos, muriçocas e mutucas. Para protegerem-se das picadas os rapazes passaram lama por todo o corpo. Num determinado momento olharam um para o outro e perceberam que estavam irreconhecíveis. Então combinaram, que convidariam mais alguns amigos, e que, no sábado de carnaval sairiam pelas ruas do Centro Histórico cobertos de lama e ornamentos naturais. O sucesso foi total: as pessoas do local ficaram surpresas, e turistas mesmo apavorados, queriam ver de perto aqueles seres com características pré-históricas. No ano seguinte um grupo maior se reuniu, formando um bloco representando uma tribo pré-histórica. O objetivo era espantar os maus fluídos para que o carnaval acontecesse em alto astral.

Por pura diversão ou por buscar os efeitos medicinais da lama da Jabaquara, rica em iodo e enxofre, a cada ano o Bloco da Lama ganha mais adeptos, já é uma das mais populares tradições do carnaval de Paraty. A lama, matéria básica do bloco é pura, composta de pó de pedra depositado durante muitos anos no leito do mar, chegando a dois metros de profundidade em alguns pontos do final da praia. Na parte de cima ela apresenta material natural em decomposição, por isso apresenta odor característico. O bloco já foi tema de tese de doutorado na USP em 1991 a pesquisadora Marisa Sasso Papa refere-se ao bloco como "a maior manifestação teatral espontânea ao ar livre" realizada no Brasil. Se compararmos o bloco da lama com as tradicionais festas espanholas Latomatina em Bunol, onde a população trava uma verdadeira guerra de tomates, e a famosa corrida dos touros em Pomplona, nesta a população e os turistas fogem dos touros soltos nas ruas, concluiremos que as pessoas procuram nestas manifestações, estar perto do perigo, libertando-se por algum tempo de certas regras impostas pela sociedade moderna. O bloco já foi manchete dos principais jornais do país como O DIA, FOLHA DE SÃO PAULO e O GLOBO.

Em fevereiro de 2002 foi matéria do JORNAL NACIONAL da TV GLOBO. A revista Quatro Rodas, em 2001,
realizou ensaio fotográfico com alguns componentes do bloco para o lançamento do carro Mercedez Classe A.

No ano de fundação do bloco (1986) alguns membros bem ornamentados e enlameados fizeram parte do protesto contra a Usina Nuclear de Angra 2, apresentando-se como vítimas do vazamento nuclear da usina de Chernobyl na então União Soviética. Os organizadores ficaram impressionados com a criatividade do bloco, estavam presentes a atriz Lucélia Santos e o cientista Luiz Pinguelli Rosa. Em 1995, o Bloco chegou a ter mais de 2.000 integrantes se tornando o maior da cidade. Devido a este crescimento, os organizadores têm feito campanhas junto aos participantes, através da mídia local e de folhetos informativos, sobre a importância de não se sujarem as paredes da cidade, carros, e pessoas que não estão participando diretamente do bloco. "O barato é sair no bloco e não entrar depois e ser enlameado" afirmam os organizadores. O traje adequado é sunga ou biquíni, e qualquer material que incremente o visual preferencialmente objetos naturais. Da Praça da Matriz no Centro, todos seguem para a praia da Jabaquara, onde acontece o tradicional "banho de lama". É nessa hora que os mais caprichosos procuram adereços naturais - como barba de velho (uma planta epífita muito comum na região), cipós e ossos, enfim a complementação da sua fantasia pré-histórica. Estes adereços são coletados de modo a não agredir o ambiente.Para fazer parte do bloco é só seguir o andor de bambu que carrega algumas caveiras de boi, devidamente ornamentadas, e soltar seus instintos mais primitivos. O grito de guerra dos intrépidos participantes é: UGA, UGA, RÁ, RÁ.

Durante o percurso que atravessa Morro do Forte, o bloco faz evoluções, coreografias e representações teatrais, que misturando o amadorismo do coletivo e o talento intuitivo de alguns participantes, oferece ao público um espetáculo único. Quando não houver um espírito negativo sequer rondando a cidade, o bloco se despede com a última evolução em frente à Igreja da Matriz, de onde os participantes seguem para um banho de água doce no Rio Perequeaçú, ou de água salgada na praia do Pontal. Os organizadores do bloco, Congá, Marcelo e Niltinho, aproveitam o sucesso e a influência do bloco entre os jovens para chamar a atenção da população, turistas e autoridades sobre a importância dos manguezais no ecos-sistema da cidade. O bloco exerce uma função natural de preservação e consciênciaecológica nos participantes, mas a intenção é aumentar a ação do Bloco inserindo o mesmo no cenário nacional e até mesmo internacional, como referência de convívio harmônico entre o meio ambiente preservado e o aspecto econômico, além, é claro, de divulgar Paraty como destino turístico e cultural. Alguns turistas vêm à cidade há vários anos especialmente para aproveitar os feitiços que o bloco exerce nas pessoas. Também é grande o número de visitantes estrangeiros que fazem questão de conhecer e desfilar no bloco no carnaval ou fora dele visitando o local onde os componentes se enlameiam. O bloco da lama sai sempre no sábado de carnaval às 17:00 h, da praia do Jabaquara, "um bloco formado por seres quase pré-históricos sai pelas ruas de pedras levando alegria e espantando os maus fluidos do carnaval. Num sábado de carnaval, há 15 anos atrás, alguns amigos brincavam de lama no mangue, surgia ali um dos blocos mais bizarros do Brasil".

http://www.blocodalama.com.br/blocodalama/historia.asp

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Teatro a Bordo

A empresa Royal Caribbean anunciou mais novidades do que será o maior navio de turismo do mundo. O Oasis of the Seas, que será lançado em 2009, terá o primeiro teatro a céu aberto de um cruzeiro.

O Aqua Theater terá a maior piscina de um navio, oferecendo atividades e performances aos hóspedes. Além disso, o Oasis of The Seas terá suítes em forma de lofts, com vista para o oceano. Os 28 quartos de dois níveis terão janelas que irão do chão ao teto das cabines.

Outras novidades incluem uma cascata e duas paredes de escalada. O navio anda terá uma espécie de parque de diversões, com um carrossel como peça central.

Quando lançado, em 2009, o Oasis of the Seas será o maior cruzeiro do mundo, segundo a empresa. O transatlântico de 16 andares terá um parque de vegetação tropical ao ar livre do tamanho de um campo de futebol.

A floresta flutuante, já batizada de “Central Park”, terá equipamentos especiais para o controle das condições ambientais e sistemas de irrigação e drenagem, os quais serão operados por especialistas em horticultura.

Por causa do parque, que ficará na cobertura do navio e terá vista para o mar e para vários ambientes do cruzeiro, a distribuição dos quartos será alterada.

A idéia da americana Royal Caribbean é fazer a vida dos passageiros do navio girar em torno do imenso jardim arborizado, cujas trilhas levarão os turistas a lojas e restaurantes.

Outra atração da embarcação será o “Rising Tide”, um bar que se movimentará de cima a baixo pela superfície da embarcação. O cruzeiro, de 16 pavimentos, 220 mil toneladas e capacidade para 5,4 mil viajantes, está em construção e fará sua viagem inaugural no fim de 2009.

http://www.sempretops.com/informacao/maior-navio-do-mundo-tera-teatro-a-ceu-aberto/

Teatro


A empresa Royal Caribbean anunciou mais novidades do que será o maior navio de turismo do mundo. O Oasis of the Seas, que será lançado em 2009, terá o primeiro teatro a céu aberto de um cruzeiro.

O Aqua Theater terá a maior piscina de um navio, oferecendo atividades e performances aos hóspedes. Além disso, o Oasis of The Seas terá suítes em forma de lofts, com vista para o oceano. Os 28 quartos de dois níveis terão janelas que irão do chão ao teto das cabines.

Outras novidades incluem uma cascata e duas paredes de escalada. O navio anda terá uma espécie de parque de diversões, com um carrossel como peça central.

Quando lançado, em 2009, o Oasis of the Seas será o maior cruzeiro do mundo, segundo a empresa. O transatlântico de 16 andares terá um parque de vegetação tropical ao ar livre do tamanho de um campo de futebol.

A floresta flutuante, já batizada de “Central Park”, terá equipamentos especiais para o controle das condições ambientais e sistemas de irrigação e drenagem, os quais serão operados por especialistas em horticultura.

Por causa do parque, que ficará na cobertura do navio e terá vista para o mar e para vários ambientes do cruzeiro, a distribuição dos quartos será alterada.

A idéia da americana Royal Caribbean é fazer a vida dos passageiros do navio girar em torno do imenso jardim arborizado, cujas trilhas levarão os turistas a lojas e restaurantes.

Outra atração da embarcação será o “Rising Tide”, um bar que se movimentará de cima a baixo pela superfície da embarcação. O cruzeiro, de 16 pavimentos, 220 mil toneladas e capacidade para 5,4 mil viajantes, está em construção e fará sua viagem inaugural no fim de 2009.

http://www.sempretops.com/informacao/maior-navio-do-mundo-tera-teatro-a-ceu-aberto/

Viagens de Navio



Historia 1: Navegávamos

às 3h da manhã entre a Ilha de St. Lucia e Barbados com 850 passageiros a bordo quando o capitão acionou o alarme de emergência. Após a parada do navio descobrimos que tínhamos encontrado uma lancha a deriva com 4 pessoas a bordo, sem água, comida e combustível. Feito o resgate das 4 pessoas, que informaram ter se perdido durante uma tempestade, foi providenciado o naufrágio da lancha (não se pode deixar uma embarcação a deriva e sem luzes em alto mar). Seguimos para a ilha de St. Lucia e, quando chegamos na manhã seguinte descobrimos que os 4 tinham escapado da prisão local pouco menos de uma semana, roubado uma lancha e estavam tentando fugir da ilha. Oh dor!

Historia 2: A tripulação fica sabendo de tudo que acontece dentro de um navio (tudo mesmo). Um passageiro que viajava durante o verão de 1999 no Caribe e que estava em lua de mel com a sua esposa enviou 2 rolos de filme para serem revelados no navio. Tal foi a surpresa do fotógrafo durante a revelação quando descobriu que todas as fotos eram da esposa do passageiro, completamente nua, em poses sensuais e ele vestido com roupa de couro, acorrentado e apanhando dela. A maioria das fotos foram feitas de madrugada em vários lugares públicos do navio (elevadores, teatro, restaurante...). Não precisa nem contar que as fotos rodaram pelas mãos de toda a tripulação.

Historia 3: Tripulante sofre! Todos os dias logo após o término de nossas atividades interativas de dança eu tinha o costume de parar em um dos bares para tomar um capuccino. Numa bela tarde, após o embarque de passageiros no Rio de Janeiro, uma passageira que já embarcou cambaleando (bebinha, bebinha) teve a oportunidade de nos ver no final da atividade e nos seguiu, a mim e a um colega, até o bar onde mencionei gostar de parar para meu capuccino. Ela puxou conversa e, como cabe a todos os tripulantes, dei a devida atenção. A mesma começou a contar histórias sobre sua vida retratando ser bailarina, excelente dançarina. Pediu para que eu me levantasse e começou a me mostrar, ou melhor, dizendo, tentar mostrar, alguns passos. O grande problema é que ela queria mesmo era outra coisa logo em seu primeiro dia, pois começou a me cercar e, com um copo sendo equilibrado em uma das mãos, tentava com a outra livre pegar no meu P. É isso mesmo, simulava uns passos malucos, equilibrava o copo e tentava com a mão livre pegar no meu P. Final da história: Segurei em sua mão, fiz um passo dei três ou quatro giros na moça e me mandei. Ela sentou-se e sequer descobriu, acho que até hoje, onde estava e muito menos para onde eu tinha ido.

Historia 4: A rotação dos Comandantes é de 4 meses. Em 1997 na Ilha de Aruba tivemos a troca do comandante. O novo capitão assumiu o navio no domingo pela manhã e a noite zarpamos em direção a ilha de St. Lucia. Dizem que o novo capitão estava completamente embriagado quando chegamos a St. Lucia, pois ele não parou o navio, batemos de frente no píer do porto e se abriu um rombo de 8 metros de diâmetro na proa do navio. O navio não afundou, pois os navios dispõem de tanques de compensação, mas seria a primeira vez na história dos navios que um capitão consegue afundar um navio em pleno porto. O Capitão foi demitido, teve a sua licença cassada e cumpriu 4 anos de prisão na Ilha de St. Lucia.

Historia 5: Certa vez, um passageiro me perguntou quanto tempo iríamos gastar da Ilha de St. Thomas para a Ilha de St. Marteen. Informei ao passageiro que somente 6 horas de navegação, pois St. Marteen ficava somente a 150 milhas náuticas. O passageiro então me perguntou quanto tempo gastaríamos se a viagem fosse de carro?

Historia 6: O dito popular valeu muito no caso da falência da Premier "Quanto mais reza, mais assombração aparece" ou "encrencado, encrencado e meio". Na semana que os investidores começaram apertar a empresa pelo pedido de falência, vários acontecimentos ocorreram com os seus navios:

Em pleno sábado de verão americano em Rhode Island, o navio Big Red Boat II (antigo Edinburgh Castle, EugenioCosta e Eugenio C) fazendo a sua primeira viagem entre Nova York e New England, chegou a seu primeiro destino; Newport - Rhode Island. Na hora da partida com o piloto (prático do porto) a bordo do navio, inexplicavelmente se esqueceram de levantar a âncora. De repente, a âncora prendeu em um cabo submarino de eletricidade que conectava a Ilha de Jamestown com Newport. O cabo foi esticado sem que ninguém no navio nota-se nada até que se rompeu. Sem problemas... Porque a Cia. Energética de Narragansett muito espertamente tinha instalado um segundo cabo de eletricidade a alguns metros adiante caso o primeiro cabo arrebentasse.

O Big Red Boat II, entretanto, continuou em frente arrastando a âncora e acertou o segundo cabo de eletricidade também o partindo ao meio. O navio iria seguir arrastando a sua âncora e junto os dois cabos se não fosse pelo desespero do comandante do porto que parou o navio e mandou cortar a âncora com um maçarico, mas já era tarde demais...

Newport ficou sem energia elétrica por duas horas, pior foi a ilha de Jamestown e seus 3.000 habitantes que ficaram sem energia por 17 horas até que os cabos pudessem ser reparados. Os habitantes da ilha ficaram sem água, pois os geradores elétricos das bombas pararam de funcionar, escolas e quase todo o comércio fechado durante dois dias, exceto aqueles que vendiam geradores a gasolina por preços de até 2 mil reais cada.

Big Red Boat II seguiu direto para Halifax cancelando o porto de Boston e uma semana depois teve o próximo cruzeiro cancelado devido a problemas no sistema de ar condicionado. Isso tudo acontecendo semanas antes de sua falência e com uma forte pressão dos acionistas... Seria engraçado, se não fosse trágico!

Historia 7: Um casal de Americanos me perguntou se alguma vez aquele navio em que estávamos navegando já tinha afundado? "Caso queira ler mais historias engraçadas de navios, visita a seção "historias" e divirta-se!

Historia 8: Durante um cruzeiro de 7 noites pela costa brasileira, nos três primeiros dias, foram encontradas manchas nas áreas livre do navio, principalmente nos corredores rumo aos bares, próximo a piscina, restaurantes... As manchas não tinham cor, mas marcavam os carpetes pelo navio deixando sempre uma enorme poça arredondada. No quarto dia descobrimos o que e quem estaria provocando tais poças “de água”. Uma passageira que, após tomar todas, não conseguia controlar sua urina. Todos os passageiros puderam flagrar a moça que, em plena brincadeira no salão principal, às 22h, fez o dito “Pipi” sem perceber no decorrer da brincadeira quando estourava uma bexiga. Parece até trocadilho, mas foi sério. Ela encharcou o chão e a brincadeira foi suspensa por alguns instantes, pois tivemos que esperar o socorro da equipe de limpeza. Que papelão!

Historia 9: Paramos com o navio na Ilha Grande, a 40 minutos de escuna do porto de Angra. Estava responsável em acompanhar o desembarque de 40 passageiros do navio até o porto de Angra dos Reis. O agente do navio “se esqueceu” de informar a autoridade portuária que iríamos desembarcar os 40 passageiros. Quando chegamos ao porto com 40 passageiros, 3 tripulantes da escuna e 3 camareiros do navio para descarregar as malas, o mestre da escuna me perguntou se eu tinha certeza de que poderia encostar a escuna no porto para o desembarque e eu disse que sim. Começamos a descarregar as malas logo após encostar a escuna quando um senhor muito educadamente se aproximou da escuna e perguntou quem era o responsável pela embarcação e todos apontaram para mim. O Senhor então sacou a sua identidade como agente da policia federal e aos berros disse “Quem te autorizou a encostar essa embarcação no porto? Isso aqui não e a casa da mãe Joana não, você tem que ter autorização” quando tentei falar alguma coisa, o agente foi explicito “Estão todos presos, você, esses passageiros, os tripulantes e a escuna”. Final da história: ficamos 2 horas dentro da escuna sem poder sair, debaixo de um sol forte de 38 graus. Fomos liberados somente depois que o agente portuário se explicou, pagou a multa e pediu mil desculpas.

Historia 10: Durante o percurso entre Buenos Aires e Ushuaia (Terra do Fogo) fomos alertados pelo comandante para ficarmos, no caso os passageiros, atentos e dentro de suas cabines, pois estávamos passando por uma zona tempestuosa. Durante todo o cruzeiro, de 23 noites, passadas mais de dez até o momento, jamais tinha visto um senhor que caminhava com muita dificuldade, pois o mesmo usava muletas, se deslocar com tal facilidade e equilíbrio. Bastara o navio passar por esta tormenta que visto tal fato, este senhor, sozinho, estava se deslocando por todo navio enquanto os demais passageiros ficavam aflitos em suas cabines. Este mesmo senhor ainda pode presenciar um “quase tombo” meu e de meu colega em uma das escadarias. Seria engraçado se não fosse triste, mas às vezes as pessoas precisam de “algo agitado” para se mover na vida!

Historia 11: Quatro amigos de Nova York compraram bilhetes de transporte através do nosso Departamento de Excursões (todo navio tem um departamento de excursões a bordo) e foram jogar golfe no segundo dia que estávamos na ilha das Bermudas. Após chegar ao campo de golfe todos alugaram os tacos e se dirigiram ao ponto de início rapidamente. Um dos amigos, porém, demorou muito e acabou ficando para trás.

Três dos amigos se dirigiram para a saída do buraco número 1 e começaram a bater papo enquanto esperavam pelo último amigo.

O primeiro comentou que seu filho de 25 anos ia muito bem na vida, pois era proprietário de uma empresa de construção civil e, construía prédios em Nova York. Estava tão bem que acabará de presentear uma amiga com um apartamento em seu mais último prédio ao lado do Central Park. O Segundo amigo todo orgulhoso comentou que graças a Deus seu filho também ia muito bem. Era proprietário de uma revendedora de carros da marca Porshe e também acabará por presentear uma amiga com uma Porshe Carrera 911. O terceiro amigo não querendo ficar por baixo comentou que seu filho era corretor na bolsa de valores de Nova York e trabalhava para uma das maiores empresas de corretagem de Nova York. Estava ganhando tanto dinheiro que acabou de dar de presente de aniversário a uma namorada um portfolio de ações no valor de meio milhão de dólares.

Quando acabava de falar, o quarto amigo finalmente chegou e quis saber sobre o que conversavam tão entusiasmados. Um dos Senhores respondeu “Ah… falávamos de nossos filhos e como estão tão bem na vida, ganhando dinheiro e cada um com muito sucesso na sua área. Mas, e você? Você também deve ter orgulho do seu filho? O que ele faz?”.

“Infelizmente meu filho não me dá toda essa alegria não. Meu filho é gay e como vocês podem imaginar, sinto muita vergonha disso. De qualquer forma esse negócio de ser gay deve ser bom, porque ele acabou de ganhar um apartamento novinho ao lado do Central Park, uma Porshe Carrera 911 e um portfolio de ações de meio milhão de dólares”.

****Essa história nos foi contada por um dos amigos quando do retorno para o navio tiveram de ser atendidos pelo médico a bordo após a briga que se seguiu por conta dessa conversa. Os amigos se tornaram inimigos e, infelizmente o cruzeiro de todos foi um desastre.

Historia 12: Um passageiro fez a seguinte declaração de agradecimento a seu camareiro no cartão de comentários: “Meu camareiro era tão bom que todas as vezes que eu me levantava de madrugada para ir ao banheiro, quando retornava, encontrava a minha cama arrumada”.

Historia 13: Um passageiro fez a seguinte declaração de agradecimento a seu camareiro no cartão de comentários: “Entramos nesse navio como passageiros e sinto que vou desembarcar como carga. 6 refeições ao dia.... Por favor, providenciem uma empilhadeira para me descarregar do navio... OBRIGADO!”

Historia 14: Todo tripulante que embarca em um navio pela primeira vez é obrigado a fazer a bordo vários cursos de emergência, técnicas de segurança etc. Toda vez que tínhamos um tripulante assim, esperávamos a primeira semana e informávamos a ele que ele tinha sido requisitado a comparecer a ponte de comando às 5 da manhã do dia seguinte, se apresentar ao oficial de navegação e informar que estava ali para cumprir o “fog watch” por 4 horas. Ele deveria ficar parado na ponte de comando com um binóculo procurando embarcações no horizonte. Era brincadeira, pois o tripulante chegava na ponte de comando às 5 da manhã e o oficial não entendia nada e o mandava de volta a dormir.

Historia 15: Um segurança testemunhou um garçom do restaurante entrando na cabine de uma passageira às 3 da manhã. O segundo capitão foi chamado e juntamente com o oficial da segurança bateram na porta da cabine da passageira. Após 10 minutos e com a recusa da passageira em abrir a porta, o segundo capitão usou a chave mestra para abrir a porta. A sua surpresa foi enorme quando viu o tripulante com meio corpo para fora da escotilha e meio corpo dentro da cabine. Estava tentando escapar da cabine pela escotilha. “A cabine ficava localizada na altura da água e, do lado de fora do navio, não tem nada em que se apoiar. Para onde ele ia? Ao mar?”.

**É proibido qualquer tipo de relacionamento entre tripulante e passageiro (as companhias têm medo de ações na justiça por assedio sexual). Ainda se faz necessário conter os tripulantes para que um noivo, recém casado e em lua de mel, não sinta que os olhos de um tripulante estejam em sua esposa, ou mesmo namorada, filha, sobrinha etc. O comportamento da tripulação tem que ser o mais respeitoso possível.

História 16: Sabendo-se de toda preocupação em conter os “ânimos” dos tripulantes perante os passageiros, em um cruzeiro pela costa brasileira entre Santos e Angra, nos vimos desesperados atrás de um dos membros da equipe de dança, pois faltavam poucos minutos para começar o show, quando decidimos verificar se o mesmo estava em sua cabine. Desconfiávamos de algo e corremos para tentar localizá-lo. Quando tocamos a campainha da cabine, o mesmo abriu apenas um vão da porta, ficando somente com o tronco aparecendo e disse: Pessoal, vou tomar um banho, não estou passando bem, façam um bom show por mim. Estaria ele quase desculpado por não participar do show se, logo após completar sua frase, não escutássemos a descarga! Até hoje não sabemos quem estava lá, mas seria impossível alguém abrir a porta e dar descarga ao mesmo tempo.

História 17: Na ilha de Cozumel fomos obrigados a devolver o pagamento do passeio de helicóptero para uma família de 4 americanos, pois o helicóptero não conseguiu levantar vôo. Cada passageiro pesava em média 150 quilos e a família somente aceitava fazer os passeios juntos!

História 18: No ano de 2001, às 2 horas da manhã, durante um cruzeiro de Nova York para as Ilhas das Bermudas, o vigia da ponte de comando notou um vulto na borda da proa do navio. Enviou uma equipe da segurança para investigar. Os seguranças descobriram manchas de sangue fresco na borda do navio. O Capitão parou o navio, fez uma contagem manual de todos os 1850 passageiros e descobriu que o filho de um comerciante de Nova York estava desaparecido. A Guarda Costeira Americana foi informada e enviou 2 helicópteros de busca. O navio fez o procedimento padrão, deu meia volta e seguiu em marcha lentíssima trilhando o mesmo caminho em que vinha. Às 8h30 da manhã, o passageiro foi encontrado boiando ainda vivo, mais ou menos a 170 milhas náuticas de Nova York. O mar estava com a temperatura de 12 graus (o que seria impossível ele ter sobrevivido tanto tempo). O passageiro explicou após o resgate que estava completamente embriagado e que quis copiar o Leonardo di Caprio, do filme Titanic, gritando com os braços abertos na proa do navio (Sou o Rei do Mundo), só que não conseguiu acabar a frase, pois caiu no mar. Um milagre esse passageiro ter sido encontrado com vida. As explicações para tal milagre: “O passageiro estava tão bêbado que o álcool ajudou na desaceleração da temperatura de seu corpo!”.

História 19: Ao final de um show dentro do navio, o passageiro subiu ao palco, pegou o microfone e pediu a namorada em casamento perante 800 passageiros. Foi uma festa, o único “porém” foi que a noiva quando subiu ao palco, completamente sem graça, pediu desculpas a todos pelo constrangimento. Olhou firmemente para o namorado e disse: “sinto muito, fiz essa viagem com você somente porque você insistiu e ia usar essa viagem para te convencer de que o nosso namoro acabou. Eu estou saindo com o John, seu melhor amigo, ele me pediu em casamento na semana passada e eu aceitei”.

História 20: É sempre muito importante pensar uma, duas, dez vezes antes de falar, principalmente perguntar, qualquer coisa a um passageiro. Na noite após o embarque dos passageiros, no porto de Buenos Aires, trabalhávamos no salão principal quando uma senhora pediu que dançasse uma música com ela. A música virou duas, três e os comentários, apertos, cheiros... durante as músicas eram inúmeros, quando resolvi perguntar de sua vida profissional para ver se quebrava aquele clima “erótico” que ela até então direcionava a conversa. Perguntei o que ela fazia, sua profissão e a mesma me respondeu: SOU PROFESSORA DE FRANCÊS e eu, ingenuamente e rapidamente para não deixar a conversa morrer, perguntei o porque de uma pessoa aprender primeiro Francês a Inglês ou até mesmo Espanhol e, a reposta foi: PARA FAZER AMOR. GEMER EM FRANCÊS É MUITO MAIS GOSTOSO! Moral da história, fiquei mais sem graça ainda... e continuei a dançar pelo menos mais uns cinco boleros!

http://www.viagensdenavio.com.br/main.asp?subject=historias

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Intoxicação alimentar am alto-mar. Tá vendo?

http://tvig.ig.com.br/66519/intoxicacao-em-navio-no-rio.htm

Se tivesses viajando na minha frota de cruzeiros não terias sido atacado por bactérias

Agora fique com Zeca Pagodinho

http://tvig.ig.com.br/76350/zeca-pagodinho-recebe-alta.htm

Agora tenho que ir

Os meus amigos estão a todo vapor, vide o orkut da turma, tudo de bom

Clique sobre a imagem para ver ler


Hospício, imagem da decada de 80



















http://rogeliocasado.blogspot.com/2009/02/memorias-do-hospicio-viii.html

Bordeline

"(...)Através da expressão artística, o artista divide com o mundo o seu universo. E ao elaborar sua experiência subjetiva através do processo de criação da obra de arte, esta experiência passa por um banho que a reveste de outros significados.

Este processo de resignificação está presente na arte contemporânea em diversos contextos. Através dele, esta experiência subjetiva deixa a solidão do artista, e passa a estar no mundo, transformada e novamente transformadora, de um modo reverberante, não só para o público mas para o próprio artista." (...) (Jorge Monteiro de Lima)

http://josecarloslima73.blogspot.com/2009/02/automutilacao.html

Caroline Pivetta da Mota, em artigo na Folha, ontem. Portanto onde está escrito "amanhã" leia-se "hoje"

Futuro da pichadora da Bienal pode ser decidido amanhã em audiência




Arquivo Pessoal
Caroline Pivetta da Mota, 24, aponta uma de suas pichações favoritas na capital paulista
Caroline Pivetta da Mota, 24, aponta uma de suas pichações favoritas na capital paulista


O destino da pichadora Caroline Pivetta da Mota, 24, começa a ser decidido amanhã no Fórum da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Ela vai prestar depoimento na audiência que decidirá se ela vai ser condenada pela acusação de se associar a "milicianos" com fins de "destruir as dependências do prédio" que abrigou a 28ª Bienal de São Paulo, no parque Ibirapuera, no ano passado.

A juíza poderá divulgar sua sentença amanhã mesmo ou esperar para reunir informações adicionais sobre o caso. Além de Caroline, serão ouvidas cinco testemunhas de acusação e outras três de defesa.

Dependendo da decisão, a pichadora pode ficar atrás das grades até a próxima Bienal, em 2010, já que o artigo 62 da Lei de Crimes Ambientais (destruição de patrimônio cultural) prevê de um a três anos de prisão.

Defesa

De acordo com Augusto de Arruda Botelho, advogado de Caroline, a defesa vai alegar que a acusada não pode ser condenada por destruir o patrimônio público. "Ela não vai negar a pichação, mas a minha defesa diz que isso de forma alguma configura destruição de bem público", afirmou o advogado à Folha Online.

Botelho disse ainda que também vai pedir à juíza que absolva sua cliente do crime de pichação porque o ato não teve motivação criminosa. "Pretendo pedir absolvição porque Caroline nada mais fez do que responder aos pedidos da curadoria da Bienal, que convidou as pessoas para se manifestarem artisticamente no andar vazio", disse.

No ano passado, Caroline passou 54 dias presa por invadir e pichar o andar vazio da Bienal, aberta em 26 de outubro. Ela foi solta no dia 19 de dezembro pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) após ter dois habeas corpus para sua liberação negados.

A pichadora é a única garota a integrar a auto-intitulada gangue Susto's.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u504800.shtml

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Fotógrafa retrata fascínio e preconceito contra ruivos

Da BBC Brasil

Uma exposição em Londres está mostrando a obra da fotógrafa inglesa Jenny Wicks, que retratou o fascínio e o preconceito sofrido por pessoas ruivas.

A exposição Raiz de Gengibre: Um estudo sobre cabelo vermelho - a palavra “ginger” (”gengibre”) também significa “ruivo” em inglês - está em cartaz na galeria Idea Generation. A obra de Jenny Wicks sobre pessoas ruivas já gerou um livro e um filme.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Carnaval

Por Antônio Pinheiro

CARNAVAL
A pergunta que não quer calar......
Com a aproximidade do Carnaval todos perguntam.______________________ E Giselle?

Venho informar a todos e a todas que Giselle por motivos que fogem de sua vontade, no carnaval de 2009 não baixará neste cavalo.
Giselle não estará presente com todo seu glamour na Banda da Bola Preta, Cordão do Boitata, Bloco do Arco-Iris e Banda das kengas.
Ela ficará entregue aos braços de Morfeu entre plumas e purpurinas de onde resurgirá no carnaval de 2010 Divina, Linda, Maravilhosa e Vitaminada.

2008


2007


2006

2005

2004

2003

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Si ce message n'apparaît pas, vous pouvez accéder directement au programme de cette diffusion sur http://eubn.org.free.fr/eubn/spip.php?article1100


cet événement est-ce une bonne nouvelle est une proposition de patrickandrédepuis1966 avec l'aide de véronique barani et des artistes présentés


Nord/Sud

Nord/Sud


le 18 février 2009 à 18h30 - entrée libre -
à l'école supérieure des arts visuels de Marrakech
ésav - MAROC
à l'invitation de Florence Robert
http://www.esavmarrakech.com/


avec les oeuvres de :
- en première partie -
Taysir Batniji, Zenchen Liu, Edson Barrus, Andreas Gedin, Brigitte Zieger, Soufiane Adel, Oh Eun Lee
- en seconde partie -
Corinna Schnitt, patrickandrédepuis1966, Jean-Michel Espitallier,

4 impasse delaunay 75011 Paris France
http://www.estceunebonnenouvelle.org

estceunebonnenouvelle@ noos.fr

domingo, 8 de fevereiro de 2009

29-2-29, Aniversário de 100 Anos de Carmem Miranda. Segue Pequena Exposição Fotógráfica



Despedindo-se dos amigos no Rio antes do embarque no navio -Uruguay- (4/5/1939)

Já a bordo do navio -Uruguay- (Maio 1939)

Em cena de -Streets of Paris- (1939)

Reação de acolhimento sensacional pela imprensa americana (1939)

A bordo do navio -Argentina- retornando ao Brasil (10 de julho de 1940)

Despedindo-se na volta aos Estados Unidos (3 de outubro de 1940)

Link para as imagens http://www.carmen.miranda.nom.br/

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A nau capitânia...
* Por Maiko

Um capitão ainda bastante jovem, tinha acabado de se formar na escola de oficiais da marinha e estava servindo num grande navio de guerra - A Nau Capitânia. Sua frota estava fazendo exercícios num arquipélago, em meio a milhares de ilhas. Eles já estavam chegando no final do dia, o tempo estava péssimo, com névoa densa e a visibilidade muito ruim. Essa nau capitânia transportava o almirante que estava comandando os exercícios e o oficial que estava servindo no posto de comando. Num certo momento o vigia contou para o comandante que havia uma luz piscando do lado direito. O comandante perguntou se a luz estava constante ou em movimento... Se tivesse constante, estaria numa rota de colisão com o navio. O vigia confirmou que a luz estava parada e num curso de colisão. O comandante mandou uma mensagem diretamente para o suposto navio informando que estava num curso de colisão e que seria necessário mudar o curso em 20°, imediatamente. A seguinte mensagem voltou: "É melhor vocês mudarem seu percurso imediatamente". O capitão pensou que a tripulação do outro navio não sabia quem ele era e transmitiu outra mensagem: "Eu sou um capitão, favor mude seu percurso em 20° ". Voltou uma outra mensagem: "Eu sou marinheiro de segunda classe Senhor, favor mude seu percurso, senhor." O comandante ficou enfurecido e enviou sua mensagem final: "Somos a Nau Capitânia da frota. Não podemos manobrar tão rápido. Mude seu percurso imediatamente em 20°. E isto é uma ordem!" Então foi esta mensagem que retornou: "Senhor, somos um farol ". Só quando entendeu o que estava acontecendo, o comandante mudou de curso. Conclusão: Esta história nos mostra como as pessoas, principalmente, líderes ficam presos aos cargos que ocupam sem enxergarem as coisas como realmente são... E assim como o comandante do navio, só muda seu percurso quando percebem que o problema está no curso que foi eleito por eles e não nas coisas externas... E se não descobrem isso em tempo com certeza irá naufragar nos mares da vida. Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

* Recebi isso no meu email, não sei quem é Maiko